Uma das minhas primeiras tentativas foi com um cartaz da Benetton constituído por umas calças de militar e uma t-shirt manchada de sangue. A interpretação mais óbvia é que se refere à morte dos soldados na guerra pretendendo sensibilizar a população para este fenómeno. Decidi então mudar o vermelho da camisola para uma éspecie de amarelo simulando nódoas. Na minha perspectiva, o objectivo e a mensagem do cartaz são completamente alterados, pois assim a ideia que passa pode estar relacionada com o facto de as roupas da Benetton serem até resistentes a qualquer tipo de sujidade.

A imagem seguinte mostra a alteração de um cartaz de cinema sobre o vírus da SIDA. A imagem original consistia num rolo de filme a vermelho formando o laço da SIDA. Mudando-o para cor-de-rosa, cor associada ao cancro da mama, este cartaz muda de sentido, pois a cor do vírus é vermelho.

Fiz o mesmo com estes laços.
Neste exemplo, fui mais uma vez pelo lado real e alterei a cor de um limão transformando-o numa laranja, já que a forma física é similar.

As bebidas também são objectos passíveis de serem alterados pela cor, vejamos o exemplo deste copo de leite que ao ser mudado para laranja se transforma em sumo de laranja.

Na nossa cultura a noiva veste de branco segundo a tradição, portanto decidi alterar para vermelho este vestido, tornando-o num vestido de gala e não propriamente de noiva.

Nos sinais de trânsito a cor desempenha um papel fundamental, pois impera o código da cor. As pessoas sabem que cada cor utilizada corresponde a uma "ordem" específica, portanto achei interessante trabalhar estes elementos.
Usei este sinal de sentido obrigatório, ou seja, é obrigatório virar à direita e todos os condutores sabem disso, pois o azul indica obrigatoriedade. No entanto, o significado perde-se quando o sinal é alterado para amarelo e preto, pois a ideia que passa é a de perigo. O mesmo acontece se optarmos pelo vermelho e branco em que a mensagem é a de proibição.
Estimada Liliana,
ResponderEliminarAprecio o que tem editado que, aliás, ilustra o que tem sido por nós discutido nas aulas t/p. Não obstante, devo salientar a ausência do trabalho (pelo menos de uma primeira fase de desenvolvimento...) prático e teórico sobre Infografia.
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Estando, naturalmente, solidário quanto à sobrecarga dos restantes trabalhos de outras disciplinas (algo que já vários colegas compartilharam comigo) sou forçado a salientar a necessidade de desenvolver e editar/actualizar com alguma celeridade a componente teórica e prática dos trabalhos até porque o número de aulas t/p (consultar wiki de trabalho) é muito reduzido e iremos avançar para o último projecto final (desenho de informação: paginação).
Até sexta-feira e até lá, qualquer dúvida/esclarecimento, por favor disponha também via email.
Bom trabalho!
Bruno Giesteira